sexta-feira, 21 de maio de 2010

OS INIMIGOS DA IGREJA QUEREM ADULTERAR A CONSTITUIÇÃO!

“... Edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt.16:18). No Brasil, desde que Ruy Barbosa, sem dúvida alguma usado por Deus, em 1890 formalizou através do Decreto 119-A a liberdade de culto, que foi aceita pelo congresso e se tornou oficial através de uma norma constitucional na Constituição de 1891, norma esta que além de acatar este decreto, transformou-nos num Estado Laico... (sem uma religião oficial definida por lei), este direito tem sido garantido a todos os brasileiros e sua manutenção tem se dado nas alterações constitucionais até hoje, sempre mantendo o mesmo princípio. Atualmente, a liberdade religiosa é um dos mais importantes direitos individuais garantidos pela Constituição da República de 1988.
Este direito está gravado no art. 5º, que textualmente diz: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (...) VI- é inviolável a liberdade de consciência de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias; VII- é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva; VIII- ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei; (...). Os maiores e mais respeitados juristas do Brasil interpretam esta lei afirmando que a liberdade religiosa, como consta no dispositivo constitucional acima, se segmenta em três partes: a liberdade de crença, a liberdade de culto e a liberdade de organização religiosa. A liberdade de crença assegura a liberdade de escolha da religião que se deseja seguir, a liberdade para aderir a seita ou denominação qualquer, a liberdade para se mudar de religião e ainda a liberdade de não ter religião alguma, optando pela descrença.
A liberdade de culto compreende a de expressar-se em casa ou em público quanto as tradições religiosas, os ritos, os cerimoniais e todas as manifestações que integrem a doutrina da religião escolhida. A liberdade de organização religiosa diz respeito à faculdade que se dá aos que confessam uma dada religião, de organizarem-se sob a forma de pessoa jurídica para a realização de atos de natureza civil em nome da fé professada. Sendo assim fica claro que estamos protegidos pela lei em tudo o que pregamos e vivemos dentro do evangelho! Mas como o diabo, nosso adversário, está sempre lutando para atrapalhar o avanço do Reino de Deus, eis que surgem no congresso, diversas propostas de reforma constitucional e projetos de lei, que se aprovados, pretendem cercear nossos direitos já adquiridos.
Nestas propostas, constam as seguintes normas: Será proibido fazer cultos ou evangelismos na rua, sendo permitidos apenas em lugares fechados e com portas fechadas (Ref. Const.). Os programas evangélicos na TV poderão ocupar apenas uma hora por dia na grade das emissoras (PL nº 299/99), e os pastores terão que ser formados em jornalismo para fazê-los (PL nº 6.398/05). Será considerado crime pregar contra o homossexualismo (PL 122/06), o espiritismo, a feitiçaria e a idolatria, (PL nº 1.154/03) e os pastores que o fizerem, serão presos e não terão direito a se defender por meio de ação judicial. O que fazer então? Vamos ceder? Não! Pois ainda que eles se levantem contra nós, temos a promessa do Senhor de que as portas do inferno nunca vão prevalecer contra a igreja que Ele edificou. Deixe-os tentar, e vamos continuar orando e pregando, pois o coração dos homens pode até fazer planos, mas a resposta final vem do Senhor!
No amor de Cristo,
Pr. Antônio Ramos
PASTOR ANTÔNIO RAMOS
Pastor da Igreja Evangélica

Um comentário:

  1. Impossivel leis humanas prevalecer contra o evangelho. O que acontece é uma grande confusão de graça com religião danada. Eu fico pensando se hoje ainda essa lei fosse aprovada, o que iria acontecer, um bando de religioso doidos lutando pela religião e esquecendo que os verdadeiros adoradores adorarão ao pai em espirito e em verdade, o engraçado é que isso é tão simples!

    Será que não é essa a igreja que Jesus Cristo fala?
    Aonde a unica lei vem do Pai das luzes?

    Não, eu não iria mudar minhas atitudes, não iria morrer e nem tomar a frente por esta religião.

    Foi ele quem disse: "Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;
    E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus."

    Que chaves deste a Pedro?

    Sobre reino exterior a ele próprio?

    Sobre impérios?

    Sobre pessoas?

    Que chaves deste a Pedro, Senhor?

    “Dar-te-ei as chaves do reino...”

    O que faria Pedro com tais chaves?

    Também disseste que ele ligaria e desligaria...

    Mas o que teria Pedro a ligar ou desligar se ele mesmo não tinha o poder de não negar?

    Teria Pedro poder de ligar e desligar sendo que Tu mesmo disseste que somente Tu ligas e desligas?

    Que porta do reino Pedro abriria se apenas Tu abres e ninguém fecha, fechas e ninguém abre?

    Ou será que pela confissão que Pedro fizera [Tu és o Cristo!] recebera a chave que abre a porta do próprio coração?

    Não vem Teu reino com aparência invisível?

    Não fica ele no coração?

    Não seria a chave de Pedro equivalente às que existiam nas mãos dos discípulos em Laudiceia, aos quais Tu mesmo apelaste, dizendo: Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei em sua casa, cearei com ele, e ele comigo?

    Que portas do reino Pedro abriu?

    Relutou quanto a aceitar que Cornélio já estivesse aceito por Jesus.

    Foi Pedro quem abriu aquela porta do reino?

    Foi ele quem buscou a Paulo e abriu para Paulo a porta aos gentios?

    Foi ele quem ousou para além de tudo na compreensão do Evangelho e nos seus riscos?

    Não abriu nem mesmo a porta da cadeia!

    Não! A chave que Pedro recebeu é igual a minha.

    Somente abre a minha própria porta interior do reino em mim, e isso se eu mesmo ouvir a Voz Daquele que bate à porta e atendê-la com amor. Do contrario, nem a porta de meu coração eu abro por mim mesmo.

    Ah, essa chave fecha mais que abre!

    Nas mãos de Pedro nada abre para mim ou para você.

    Nas mãos de nenhum homem abre coisa alguma.

    Nada abre para fora...

    Feliz é aquele que apenas pensa nela como a graça de poder confessar:

    Pai, abre o meu coração!

    Beijos Pai!

    http://www.caiofabio.net/2009/conteudo.asp?codigo=04397

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